LEANDRO LUNA


TEATRO

05/08/2012 05h00 - ATUALIZADA EM: 06/08/2012 12h29 - POR JONATHAN PEREIRA; FOTOS LUCIANO SANTOS/TALENTMIX

Leandro Luna se transforma para viver drag queen em "Priscilla"

Ator passa por uma hora de caracterização para o musical, em cartaz em São Paulo

Leandro Luna chegando ao teatro e caracterizado como a personagem Miss Segura (Foto:  Luciano Santos/TalentMix)

Leandro Luna passa por uma transformação de quinta a domingo, desde que entrou para o elenco do musical “Priscilla – A Rainha do Deserto”, em cartaz até o fim do ano no teatro Bradesco, em São Paulo. O ator, de 29 anos, dá vida à drag queen Miss Segura, que abre o espetáculo. Para ficar irreconhecível diante do público, ele passa por 1h de caracterização antes de entrar no palco.

“Tenho que fazer a barba todos os dias, ela é muito serrada. Fico praticamente um ‘Swarovski’ em cena”, brinca ele, que acumula outros seis musicais no currículo. Nesta entrevista a QUEM, Leandro conta como conquistou a vaga no espetáculo, detalha o processo de transformação para a personagem, fala da amizade com o diretor Wolf Maya e critica a falta de estrutura dos teatros brasileiros para abrigar grandes produções:

QUEM: Como é o processo de caracterização da Miss Segura?
LEANDRO LUNA: Tenho que fazer a barba todos os dias antes da peça, ela é muito serrada. Os maquiadores passam Pan Stick na pele inteira, para ficar homogênea, e pó translúcido, para começar a pintura. Tapam toda a sobrancelha para criar outra em cima da minha, depois aplicam branco na parte de cima dos olhos. Desenham a boca, afinam o nariz e passam blush na lateral do rosto; aí é hora do batom e por fim o glitter, na boca inteira e na sobrancelha, e um mais fininho e delicado nas laterais do olho. Fico praticamente um ‘Swarovski’ em cena (risos).

Leandro precisa fazer a barba todos os dias quando tem apresentação (Foto: Luciano Santos/Talentmix)

QUEM: Como começou a carreira?

LL: Sempre tive veia artística, meu pai pedia para eu dançar e cantar para os amigos dele. Demorei a me profissionalizar, estava dividido entre trabalhar com a família e estudar Comércio Exterior. Passei em um teste para fazer Jesus na Paixão de Cristo em São Bernardo do Campo (SP). Transferi meu curso para Rádio e TV, me formei e continuei trabalhando como ator. Fui da primeira turma da Escola de Atores Wolf Maya. Enquanto fazia outros espetáculos, participei de um workshop para musical com a (coreógrafa) Fernanda Chamma, e então fiz musicais como “O Cravo e a Rosa” e “Meu Amigo, Charlie Brown”, que ganharam prêmios, além de “Rockshow” e “Ah… se eu fosse Bob Fosse”.

QUEM: E o processo para conseguir o papel em “Priscilla”?
LL: Passei por uma seleção rigorosa, mais de 5 mil candidatos. Não conhecia o musical, que ainda estava em cartaz na Broadway. Em dois dias tive de chegar com a música decorada e a cena pronta. Vi que Miss Segura cantava Tina Tunner e o ator que a interpretava era negro. No teste, os quatro que competiam comigo eram negros, então pensei que já tinha perdido o papel. Mas deu tudo certo, a banca australiana (responsável pela seleção) dava muita risada.

QUEM: A preparação foi difícil?
LL: Estudei para chegar ao máximo da perfeição. Vi drags famosas no Youtube e peguei referências de amigos gays. É um mega desafio: voz, corpo, gesto, mudo completamente. Os amigos que assistem não me reconhecem e ficam surpresos, acham que é uma verdadeira drag no palco (risos). No começo, fazia depilação no corpo, mas dói muito. Agora tiro com a máquina ou gilete, pois no futuro posso precisar dos pelos para interpretar outros papéis, como um mecânico machão, por exemplo.

O processo de caracterização começa pelo rosto e sobrancelhas (Foto: Luciano Santos/Talentmix)

QUEM: Era fã de Tina Tunner?

LL: Nunca fui fã dela, a conhecia de um comercial de tênis. Peguei movimentos dela engraçados para as pessoas reconhecerem, quem conhece a Tina vai querer ver se condiz. Tem fãs que dizem que o cabelo e o movimento da perna que faço são iguais.

QUEM: Houve preparação vocal?

LL: Nunca fiz aula de canto, aprendi atuando em musical, um atrás do outro. Cada diretor me ensinou muita coisa, diziam que eu tinha todos os dons naturais. Fui aprendendo na prática. 

QUEM: O que sua família achou de vê-lo travestido no palco?

LL: Eu tinha um receio com minha família. O vestido da Miss Segura é na metade da bunda, então estava mais preocupado em meu pai ver minha bunda que interpretar uma Drag Queen (risos). Meu pai achou o máximo, uma oportunidade de fazer algo diferente. Meus irmãos e meus sobrinhos também me apoiaram. 

QUEM: É díficil se equilibrar no salto?
LL: Tive de aprender a andar com 12 cm de plataforma.  No começo dos ensaios estava tranqüilo, depois da primeira semana comprei anéis de gel para por nos dedos. Na outra semana não podia por o pé no chão (risos).

O ator (Foto: Luciano Santos/Talentmix)

QUEM: Depois da Miss Segura, você interpreta 13 personagens...

LL: Assim que termino de cantar tenho que tirar tudo, pois meu próximo personagem é um cowboy. Na coxia pego o demaquilante e estrago todo o trabalho do maquiador. Faço também uma garçonete, um cupcake, um pincel... A Miss Segura entra no final para encerrar o show, entro de flor, em homenagem a flora e fauna da Austrália.

QUEM: Esperava esse sucesso em “Priscilla”?
LL: Não. Quando li o texto, pensei, ‘o personagem é bem pequeno, vou ter que tirar leite de pedra’. Mas se existe o personagem é possível fazer ele aparecer. Como é um número de plateia, a equipe criativa do exterior deixou um pouco mais livre, não precisava repetir as piadas do país original, pois as pessoas não iriam entender. Estar no palco para 1500 pessoas, para mim, é como estar em um estádio de futebol.

QUEM: O que acha da onda de musicais no Brasil?
LL: Muito bacana! A única coisa que fico triste é que não tem teatro para nos apresentarmos, precisa de uma estrutura técnica. 'Priscilla' tem 27 atores, uma camareira para cada 2, maquinistas, contrarregras, peruqueiras, são mais de 100 pessoas trabalhando. Os teatros precisam ter uma boa estrutura, e não têm. E não param de chegar musicais. Vão vir outros do mesmo porte de 'Priscilla'. Algo precisa ser feito. Hoje a gente consegue patrocínio e bons produtores, mas não consegue bons teatros para se apresentar.

Como Miss Segura, cantando Tina Tunner no palco (Foto: Luciano Santos/Talentmix)

QUEM: Você fez o curso do Wolf Maya. Como é seu contato com ele?

LL: Cheguei a gravar o piloto da série "Barra Funda", que seria dirigida por ele, para a Globo, com a Nair Bello e a Tania Khalill no elenco, mas acabou engavetado. Tenho menos contato com o Wolf, ele ainda não me viu em 'Priscilla', mas mantemos. Já passei o Réveillon na casa dele, temos uma relação muito bacana. Ele é um professor, um mestre, me possibilitou entrar nesse mercado. Não vejo a hora de trabalhar com ele de novo.

QUEM: Tem vontade de fazer TV? 
LL: O teatro tem me proporcionando retorno financeiro. Faço cinema, acabei de protagonizar um longa que vai ser lançado no ano que vem, com participação de Denise Fraga. Sou 'multiartista'. TV tenho vontade de fazer. Se eu pudesse produzir uma novela, faria só pra eu fazer (risos).



Escrito por Leandro Luna às 08h55
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Leandro Luna, ator do musical Priscilla, mostra seu estilo

Leandro Luna, ator do musical Priscilla, mostrou seu estilo e suas roupas

Texto Revista Conta Mais - Edição 598 / Fotos: André de Andrade

Ele é um dos destaques do maior musical que o Brasil já recebeu: Priscilla – A Rainha do Deserto. Na pele de Miss Segura, abre o espetáculo com um tubinho rosa, turbante, muito gliter, cílios postiços e todos os trejeitos da eterna diva americana. Pode-se dizer que é, praticamente, impossível reconhecê-lo na personagem, o que tem virado marca registrada em seus trabalhos durante a carreira. Camaleão, por trás daqueles 1,83m de altura, está um dos maiores atores do teatro musical brasileiro, Leandro Luna. A convite da Conta Mais, Leandro mostrou quem é o ator que dá vida a esse e outros personagens; e como se veste quando não está nos palcos: “Sou um cara muito simples para me vestir. Gosto de peças chaves que compõe diversos looks”, comenta o ator, que prefere não seguir muitas tendências de moda: “Eu não sou escravo desse mundo. Gosto de observar tudo o que rola na moda, mas, eu sou básico, adoro um bom e velho jeans com uma camiseta e blazer, que ficam bem para qualquer ocasião”.

“A moda é mesmo formada pela sua personalidade e atividade”

Ele que já foi protagonista do musical da Broadway Meu Amigo, Charlie Brown, na pele de uma criança de 6 anos, trabalho que lhe rendeu a indicação de melhor ator pelo Prêmio FEMSA Coca-Cola, viveu o roqueiro James Alan Hetfield, vocalista do Metallica, no premiado musical de Wolf Maya, Rock Show – que reuniu os maiores sucessos dos últimos cinquenta anos do Rock’n Roll –, diz que seu estilo, geralmente, se adapta a cada trabalho que faz: “Quando comecei a fazer Rock Show fazíamos pesquisas de figurino, postura, atitude e acabei colocando peças no meu guarda roupas que nunca tinha tido antes. Algumas calças mais justas, jaquetas, pulseira de couros. Em Charlie Brown passei a usar muito boné, praticamente durante toda temporada. Só não vejo muito no que ser influenciado pela Miss Segura” brinca. “Acho que a moda que se usa é mesmo formada pela sua personalidade e atividade. Além da rotina da vida de ator, gravações, leituras, testes, passo o dia no escritório, em reuniões, então, não consigo sair muito do casual”, referindo-se a produtora Luna Produções Artísticas da qual é sócio junto a Danny Olliveira e Priscilla Squeff.

Quando perguntado sobre vaidade, Leandro assume que gosta de se cuidar, mas, prefere não ser muito bitolado com isso: “Tem vezes que as pessoas demoram mais de duas horas para se arrumar, eu não consigo entender isso. Escolho roupa muito rápido, arrumo meu cabelo com a mão porque não gosto de usar pente e não fico fazendo mil trocas. Sou prático, só isso. Vaidoso na minha medida, sem excessos e futilidades”, explica. Leandro confessa que é viciado por tênis. “Tenho muitos pares e não consigo me conter quando estou na rua e vejo um tênis que eu goste. Acabo levando. Nunca imaginei que seria surpreendido com um calçado até conhecer o da Miss Segura de Priscilla”, conta ele, falando sobre o desafio que enfrenta de quinta a domingo no Teatro Bradesco ao se equilibrar sob os 12 centímetros do salto de seu personagem. “Mulher sofre mesmo e hoje eu compreendo perfeitamente o porque: é doloroso se equilibrar neles”, brinca.



Escrito por Leandro Luna às 11h07
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Leandro Luna e Saulo Vasconcelos no ‘Todo Seu’

Nessa quinta, 10 de Maio, os atores Leandro Luna e Saulo Vasconcelos participaram do programa ‘Todo Seu’, da TV Gazeta. Além de uma conversa com o apresentador Ronnie Von no quadro ‘Visão Masculina’, Leandro Luna encarnou a personagem Miss Segura e apresentou seu número do musical ‘Priscilla, a Rainha do Deserto’.

Video 1 - Miss Segura

http://youtu.be/RACfK_G5i-A

Video 2 - Visão Masculina com Leandro Luna e Saulo Vasconcelos

http://youtu.be/HWLdYDiAX_A



Escrito por Leandro Luna às 10h56
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‘Priscilla, a Rainha do Deserto’ no ‘Todo Seu’

on Quarta, 09 Maio 2012. Postado em Imprensa, Press Releases

‘Priscilla, a Rainha do Deserto’ no ‘Todo Seu’

No ‘Todo Seu’ desta quinta-feira, 10 de maio, Ronnie Von recebe os atores Saulo Vasconcelos e Leandro Luna, estrelas do elenco de ‘Priscilla, a Rainha do Deserto’. Baseada no filme homônimo, a peça está em cartaz em São Paulo no Teatro Bradesco.
Saulo é um dos principais nomes dos musicais brasileiros, protagonizando produções como “Fantasma da Opera”, “A Bela e a Fera” e a “Noviça Rebelde”. Leandro Luna também é experiente em musicais, participou de “Meu amigo Charlie Brown” e “O cravo e a rosa”. Os atores são os convidados do quadro ‘Visão Masculina’ com o tema ‘I Will Survive’. E ainda, Miss Segura, personagem de Leandro Luna na peça, faz uma apresentação especial.
A conversa será acompanhada por um delicioso jantar preparado pelo ‘Mestre da Gastronomia’ convidado, o chef Samir Cauerk.
O crítico de cinema Christian Petermann comenta as estreias do cinema no quadro ‘Em Cartaz’.
O ‘Todo Seu’ vai ao ar nesta quinta-feira às 22h30.



Escrito por Leandro Luna às 10h50
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Ego

'Transformação muito louca', diz ator que vive drag queen em 'Priscilla'

A cada sessão do musical, em cartaz em São Paulo, Leandro Luna encara 40 minutos de maquiagem, um salto alto de 12 cm e muito glitter.

Adriana Nogueirado EGO em São Paulo

Leandro Luna (Foto: Iwi Onodera/EGO)

Leandro Luna é o primeiro ator a encarar o público do Teatro Bradesco, em São Paulo, quando se abrem as cortinas para mais uma encenação da adaptação brasileira do musical australiano “Priscilla, Rainha do Deserto”, baseado no longa-metragem homônimo dirigido por Stephan Elliott em 1994.

Se já não bastasse o friozinho na barriga normal do momento, o ator, na pele de Miss Segura, faz isso equilibrando-se em cima de sapatos de salto alto com 12 centímetros e com o rosto transformado por muito glitter rosa.

Leandro Luna (Foto: Iwi Onodera/EGO)
Leandro Luna (Foto: Iwi Onodera/EGO)

“É uma transformação muito louca”, disse Luna, que com 11 anos de carreira artística, acumula sete musicais em seu currículo, entre os quais “Meu amigo Charlie Brown” e “O cravo e a rosa”. O ator topou o convite do EGO de mostrar a maratona que enfrenta a cada sessão de “Priscilla”.

“Não há ainda gravações do espetáculo (que estreou em 17 de março), por isso fiquei espantado ao ver como fico diferente ao ir acompanhando os cliques da fotógrafa (que o registrou para esta reportagem).”

Tina Turner
O desafio de Leandro Luna ainda é duplo. Já que sua personagem, que é mestre de cerimônias de uma boate na peça, faz um número interpretando a cantora americana Tina Turner, com direito a peruca imitando a cabeleira da diva em versão plumas e vestido bem curtinho para deixar à mostra as pernas, outra marca registrada de Tina. Para fazer bonito em cena, ele raspa os pêlos com máquina zero e apela para uma meia-calça cor da pele.

Leandro Luna (Foto: Iwi Onodera/EGO)
Leandro Luna (Foto: Iwi Onodera/EGO)

Antes de se sentar na cadeira do maquiador Márcio Merighi, da equipe de caracterização do musical, Luna faz a barba, ritual que repete todos os dias em que há sessões do espetáculo (a produção é apresentada de quinta a domingo).

Feito isso, entrega-se ao processo de caracterização, que leva, pelo menos, 40 minutos, e segue a “bíblia” de maquiagem do musical – espécie de manual com as diretrizes da montagem original.

Glitter rosa por todos os lados
Primeiramente, Merighi “apaga” as grossas sobrancelhas do ator com uma massa própria. Com o rosto já maquiado, elas são refeitas, de forma bem arqueada, com lápis marrom.

Na sequência, o maquiador se dedica a cobrir pontos estratégicos do rosto de Luna com corretivo e base, alternando tons claros e escuros. A intenção é provocar um efeito de luz e sombra e assim “afinar” o rosto dele.

A região da barba, mesmo recém-feita, merece uma atenção especial porque costuma destoar do restante da face e recebe um corretivo avermelhado. Por fim, as bochechas são bem marcadas com um forte blush rosa.

Feito isso, chega a vez dos olhos, pintados com sombra branca. Com as cores marrom e rosa, marca-se a região do côncavo e, por fim, o acabamento é feito com glitter rosa nacarado. Enormes cílios postiços arrematados com camadas generosas de rímel e delineador completam o olhar de Miss Segura.

Rolos e mais rolos de fita crepe
A boca da personagem é um show à parte. Os lábios são aumentados com lápis marrom, recebem um batom vermelho e, por último muito, glitter rosa, o mesmo usado nos olhos.
Na hora de tirar, um truque. “Para sair rápido, tenho de ficar beijando fita crepe”, conta Leandro Luna que, depois de sua aparição como Miss Segura, tira a maquiagem e participa de outros momentos do musical, como um cupcake, uma mulher grávida, um pincel, entre outros personagens.

No meio do segundo ato, Luna tem de repetir a maquiagem de Miss Segura porque volta para um número no final da produção em que a personagem se transforma em uma flor.

“Daí temos de refazer a maquiagem em, no máximo, sete minutos. Para isso, fazemos com dois maquiadores”, conta Merighi. Quando no dia há uma segunda sessão, o ator mantém essa maquiagem, que é apenas retocada para entrar novamente em cena.

“Todo o trabalho que tenho (em se transformar em drag) é pequeno perto do prazer de estar nesse musical. E hoje ainda entendo o porquê de as mulheres tirarem os sapatos em festas de casamento e formatura”, finaliza Luna, que nunca tinha vivido um personagem feminino no teatro.

Leandro Luna (Foto: Iwi Onodera/EGO)
Leandro Luna e outro figurino de sua Miss Segura (Foto: Iwi Onodera/EGO)

Leandro Luna com o figurino do momento em que Miss Segura interpreta uma música de Tina Turner (Foto: Iwi Onodera/EGO)


Escrito por Leandro Luna às 12h50
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Leandro Luna está no elenco de musical “Priscilla Rainha do Deserto”

Na foto acima, à direita, o ator Leandro caracterizado como seu personagem no musical, e abaixo, todo o elenco reunido para divulgação do espetáculo que está em cartaz no Teatro Bradesco

O ator Leandro Luna foi selecionado para integrar o elenco de “Priscilla Rainha do Deserto – O Musical”, que interpreta o personagem Miss Understanding, que no Brasil se chama “Miss Segura”.

A produção estreou no dia 17 de março e segundo o ator, o espetáculo é pura emoção, diversão e leva uma mensagem muito importante ao público.

“Miss Segura” é o primeiro personagem que comanda o palco. Uma drag queen que coleciona shows fazendo cover de cantoras famosas. Mestre de cerimônia da boate “PERU-AÇÃO”, interage com o público com muito senso de humor, encerrando sua apresentação cantando “What’s Love Got to do With it”, de Tina Turner.

Para levar “Priscilla” aos palcos brasileiros foram necessários dois meses de ensaio, oito horas por dia, de segunda a sábado. Luna garante que o resultado de todo esforço foi compensador.

“Priscilla Rainha do Deserto – O Musical”

De quinta a domingo, no Teatro Bradesco

Bourbon Shopping São Paulo

Rua Turiassú, 2.100 – Piso Perdizes – Perdizes – SP

Site: www.musicalpriscilla.com.br



Escrito por ..:: LeAnDrO LuNa ::.. às 20h02
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www.angel.com.br

Meu amigo, Charlie Brown

19 de abril de 2011

A 18ª edição do prêmio Femsa de Teatro Infantil e Jovem aconteceu dia 11 de abril no HSBC Brasil e foi apresentada por Veridiana Toledo e Rodrigo Marcadante (vencedores dos troféus de Melhor Atriz e Melhor Ator no ano passado).

O júri foi formado por Marcelo Ventura, Bia Rosenberg, Dib Carneiro e pela editora-assistente da Folhinha, Gabriela Romeu.

O Musical “Meu amigo, Charlie Brown” levou 3 prêmios, são eles: Melhor Produção (Ricco Antony), Melhor Cenário (Chris Aizner e Nilton Aizner) e Melhor Atriz Coadjuvante (Paula Capovilla)

MusicalCharlieBrown



Escrito por ..:: LeAnDrO LuNa ::.. às 10h19
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Jovem sapateador faz show no Miniteatro

13/12/2010 - 15h15

O sapateador Felipe Galganni, que faz única apresentação nesta segunda-feira (13), no Miniteatro, na praça Roosevelt

Felipe Galganni faz única apresentação do seu espetáculo de sapateado nesta segunda-feira (13), no Miniteatro.

Acompanhado pelo maestro Thiago Gimenes, o sapateador radicado nos EUA, de 23 anos, improvisa ao som de temas da Broadway, de jazz e da MPB.

No repertório, músicas como "Rock With You" (de Rod Temperton, música gravada por Michael Jackson), "Night in Tunisia" (Dizzy Gillespie) e "Tiro ao Álvaro" (Adoniran Barbosa e Osvaldo Moles), entre outros.

O show conta com as participações especiais de Vanessa Jackson, Graça Cunha, Jack Ribas, Andreya Vieira, Veronica Ned, Carlos Bauzys, Francine Moraes e Leandro Luna.



Escrito por ..:: LeAnDrO LuNa ::.. às 12h11
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010 9:08

Jovem sapateador faz show hoje

Do Diário do Grande ABC

Aos 23 anos, o sapateador Felipe Galganni traz na bagagem oito anos de experiência com a dança. Já passou por importantes escolas, como a Broadway Dance Center e a Steps on Broadway, onde faz especialização.

Hoje, em São Paulo, o artista demonstra o resultado dos anos dedicados ao sapateado com show no Miniteatro, que traz como convidados os artistas Vanessa Jackson, Graça Cunha, Jack Ribas, Andreya Vieira, Veronica Ned, Carlos Bauzys, Francine Moraes e Leandro Luna.

Acompanhado do piano de Thiago Gimenes, Galganni sapateará temas da Broadway, do jazz, clássicos da bossa nova e da MPB. Entre as canções selecionadas, estão Rock With You, Night in Tunisia, Tiro ao Álvaro e Mr. Bojangles.

Galganni tem contato com diferentes manifestações artísticas. Atuou em peças como O Musical dos Muscais, com direção de Wolf Maia; coreografou o espetáculo Garota Glamour, do mesmo diretor; e colaborou na criação do musical Rock Show, além de ser o coreógrafo responsável pela adaptação da Broadway de A Bela e A Fera.

Felipe Galganni - Dança. No Miniteatro - Praça Roosevelt, 108, São Paulo. Tel.: 2865-5955. Hoje, às 21h. Ingr.: R$ 10



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CLICKCULTURAL

07/12/2010 10:40
Que tal um show de sapateado com Felipe Galganni?

Renato Fernandes, Do ClickCultural

O sapateador e coreógrafo Felipe Galganni está de volta ao Brasil e aproveita para mostrar sua técnica e a arte do sapateado americano no show Felipe Galganni Convida, dia 13 de dezembro, segunda, às 21 horas, no Miniteatro. A apresentação conta com as participações especiais de Vanessa Jackson, Graça Cunha, Jack Ribas, Andreya Vieira, Veronica Ned, Carlos Bauzys, Francine Moraes e Leandro Luna.

Acompanhado pelo pianista e maestro Thiago Gimenes, o sapateador improvisa, ao som de temas da Broadway, standards de jazz, clássicos da bossa nova e da MPB. “A ideia é criar um clima de descontração. Os convidados estarão na plateia. No roteiro do show, estão Rock With You (de Rod Temperton, música gravada por Michael Jackson), Night in Tunisia (Dizzy Gillespie), Tiro ao Álvaro (Adoniran Barbosa/Osvaldo Moles), Mr. Bojangles (Jerry Jeff Walker), entre outras.

Leia a entrevista abaixo com Felipe Galganni.

ClickCultural - O que te mais atraiu para o mundo do sapateado?

Felipe Galganni - A dança em si é muito bonita. Quando sapateamos, além de todos os movimento e técnica da dança, temos os sons produzidos pelo o que chamamos de "taps" (as plaquinhas de ferro, que ficam parafusadas no sapato), ser bailarino e músico ao mesmo tempo me fascina.

ClickCultural - Esse mercado ainda é devagar no Brasil?

Felipe Galganni - O mercado do sapateado ainda é muito escasso no Brasil. Já encontrei muitas pessoas que nunca tiveram contato com sapateado, nunca assistiram ao vivo, e ás vezes nem pela televisão. É uma arte específica. Temos bons sapateadores brasileiros, que assim como eu divulgam a arte. Mas ainda é muito devagar, estamos tentando expandir o mercado.

ClickCultural - O sapateado exige muito do corpo, quais os principais cuidados que você tem no cotidiano?

Felipe Galganni - Exige do corpo como qualquer dança, exige muito dos joelhos e músculos abdominais. No cotidiano tento me alongar sempre, não usar calçado que machuque os meus pés, poupo o máximo possível. Mas não sou neurótico, não vivo em uma redoma de vidro.


A passagem pelo Brasil é rápida. No dia 30 de dezembro, Felipe já tem compromisso marcado no Joyce Theater, em Nova York, onde se apresenta em uma noite dedicada aos professores de sapateado. Portanto, a apresentação será oportunidade única.

Serviço

Local: Miniteatro
Endereço: Praça Roosevelt, 108 - Centro - São Paulo
Data: 13 de dezembro, segunda, às 21 horas
Tel: (11) 2865-5955
Preço: R$ 10



Escrito por ..:: LeAnDrO LuNa ::.. às 09h19
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Sapateador Felipe Galganni se apresenta no Miniteatro dia 13 de dezembro
07/12/2010 - 11:00

Felipe Galganni, sapateado na ponta dos pés, de São Paulo para Nova York

Em passagem pelo Brasil, coreógrafo Felipe Galganni recebe convidados especiais em noite dedicada ao sapateado. Entre as atrações estão as cantoras Vanessa Jackson e Graça Cunha. A apresentação  acontece no Miniteatro, na Praça Roosevelt

O sapateador e coreógrafo Felipe Galganni, 23 anos, começou a carreira cedo. Foi aos 15 anos, quando viu Gene Kelly dançando e interpretando no filme Xanadú, que decidiu o que queria ser. Os passos rápidos e as coreografias perfeitas motivaram Felipe a começar aulas de sapateado americano, com Valéria Petroni. Pouco tempo depois, entrou para a Companhia Mecânica do Som e apresentou-se profissionalmente no espetáculo Coletânea. Agora dá seus passos em Nova York, onde faz especialização na Broadway Dance Center e na Steps on Broadway.

De volta ao Brasil aproveita para mostrar sua técnica e a arte do sapateado americano no show Felipe Galganni Convida, dia 13 de dezembro, segunda, às 21 horas, no Miniteatro. O show conta com as participações especiais de Vanessa Jackson, Graça Cunha, Jack Ribas, Andreya Vieira, Veronica Ned, Carlos Bauzys, Francine Moraes e Leandro Luna.

Acompanhado pelo pianista e maestro Thiago Gimenes, o sapateador improvisa, ao som de temas da Broadway, standards de jazz, clássicos da bossa nova e da MPB. “A ideia é criar um clima de descontração. Os convidados estarão na plateia. A cada música eu os apresento e convido para subir ao palco”, conta Felipe. No roteiro do show, Rock With You (de Rod Temperton, música gravada por Michael Jackson), Night in Tunisia (Dizzy Gillespie), Tiro ao Álvaro (Adoniran Barbosa/Osvaldo Moles), Mr. Bojangles (Jerry Jeff Walker), entre outras.

A passagem pelo Brasil é rápida. Dia 30 de dezembro Felipe já tem compromisso marcado no Joyce Theater, em Nova York, onde se apresenta em uma noite dedicada aos professores de sapateado. “Estou muito feliz em participar desse show. É um espaço onde se apresentam os melhores”, comemora.

Felipe Galganni cursou a Faculdade de Comunicação das Artes do Corpo, com habilitação em dança, pela PUC-SP e tem formação teatral no Teatro Escola Célia Helena e Escola de Atores Wolf Maya. Seu currículo possui aulas de balé clássico, jazz, hip hop e dança contemporânea.   Em quase oito anos de carreira, Felipe lecionou  sapateado na Academia Corpo, Equilíbrio & Arte, Escola de Atores Wolf Maya, Company Ballet e Promenade Estúdio de Dança. Ao todo foram mais de 500 alunos. Como coreógrafo, trabalhou no especial de televisão Criança Esperança, da Rede Globo, em 2007.

Em sua trajetória profissional, teve aulas com profissionais renomados do cenário do sapateado, como Valéria Petroni, Kátia Barão, Chirstiane Matallo, Charles Renato, Patrícia Stellet, Cintia Chamecki, Heather Cornell, Chikako Iwahori, Lynn Schwab, Max Pollak, Barbara Duffy, Chloe Arnold, Maude Arnold, Andrew Nemr e Derick Grant, entre outros. O sapateador também coreografou as adaptações dos musicais The Company, Bloody Broadway e The Producers para a Bloody Bastards Theater Company (Cultura Inglesa), com direção de Rodrigo Haddad.

Felipe começou a carreira teatral no elenco da peça O Musical dos Musicais, com direção de Wolf Maya, no teatro Frei Caneca. Em 2007, coreografou e atuou em Garota Glamour, também dirigido por Wolf Maya, no Teatro Nair Bello. Em 2009, trabalhou na criação do musical Rock Show, com direção Hudson Glauber, no teatro Brigadeiro, em São Paulo. Atuou na preparação do elenco para a nova temporada do espetáculo em 2010.

Como ator, Felipe realizou oficina de teatro com Tatyana Dantas durante três anos. Coreografou a adaptação da peça A Bela e Fera, em 2008, onde também participou como ator na temporada em Curitiba. Recentemente, atuou como protagonista no curta-metragem Ele e Ela, com direção de Caroline Fioratti.

Para roteiro:

FELIPE GALGANNI CONVIDA. Participações especiais de Vanessa Jackson, Graça Cunha, Jaque Ribas e Andreya Vieira. Dia 13 de dezembro, segunda-feira, às 21 horas, no MINITEATRO. Músicos - Thiago Gimenes (piano). Direção - Felipe Galganni. Ingressos - R$10,00. Duração - 60 minutos. Capacidade - 30 pessoas. Censura - 18 anos. Site www.felipegalganni.com.br

MINITEATRO - Praça Roosevelt, 108. Só cheque e dinheiro. Ar-condicionado e acesso para deficientes físicos. Telefone: (11) 2865-5955.



Escrito por ..:: LeAnDrO LuNa ::.. às 09h15
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06/12/2010

Sapateado na Praça Roosevelt

Os admiradores do sapateado clássico americano não podem perder a única apresentação do sapateador e coreógrafo Felipe Galganni, de 23 anos no Miniteatro, dia 13 de dezembro às 21 horas. Morando em Nova York há alguns anos, onde faz especialização na Broadway Dance Center e na Steps on Broadway, o jovem bailarino e ator faz uma rápida passagem pelo Brasil antes de se apresentar no Joyce Theater, em Nova York, no final de dezembro.

O show do Miniteatro conta com as participações especiais de Vanessa Jackson, Graça Cunha, Jack Ribas, Andreya Vieira, Veronica Ned, Carlos Bauzys, Francine Moraes e Leandro Luna. Acompanhado pelo pianista e maestro Thiago Gimenes, o sapateador improvisa, ao som de temas da Broadway, standards de jazz, clássicos da bossa nova e da MPB. “A ideia é criar um clima de descontração. Os convidados estarão na plateia. A cada música eu os apresento e convido para subir ao palco”, conta Felipe.



Escrito por ..:: LeAnDrO LuNa ::.. às 09h10
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10 dezembro 2010 às 17:16

Felipe Galganni: sapateado brasileiro em NY

Felipe Galganni sapatea como ninguém. Apesar dos 23 anos, já tem um currículo e tanto. O público paulistano poderá conferir este talento nesta segunda (13).

Felipe Galganni: de São Paulo para Nova York - Divulgação

A primeira vez que me deparei com Felipe Galganni foi nos bastidores da montagem do musical Garota Glamour, em São Paulo, dirigido por Wolf Maya, em 2007. Ao lado de Fernanda Chamma, coreógrafa renomada do mercado brasileiro, Felipe criou as coreografias de sapateado que faziam a beleza do espetáculo.  

Com seu carisma - o moço é engraçadíssimo! - , acabou conseguindo até um personagem na peça: um espalhafatoso cabeleireiro humilhado pelo poderoso apresentador da TV Tupi que protagonizava a montagem, já que a peça retratava os bastidores de um concurso de beleza na lendária emissora nacional.

O musical fez tanto sucesso que Galganni foi convidado a levar uma das coreografias que criou para o especial da Globo Criança Esperança daquele ano. 

O menino que sempre gostou de dançar resolveu seguir de vez a profissão ao ver Gene Kelly no filme Xanadú. Ali teve a certeza do que seria quando crescesse.

Encantado, correu para as aulas de sapateado americano, com Valéria Petroni. Logo depois, integrou a Companhia Mecânica do Som e apresentou-se profissionalmente no espetáculo Coletânea. Galganni buscou bagagem diversificada: estudou na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Escola Teatro Célia Helena e Escola de Atores Wolf Maya.

Palcos nacionais conquistados, Galganni resolveu se mandar para Nova York, meca mundial da arte que escolheu como sua vida, para fazer especialização na Broadway Dance Center e na Steps on Broadway.

Em rápido retorno ao Brasil entre um período ou outro, neste fim de ano, resolveu reunir velhos amigos no show Felipe Galganni Convida, nesta segunda-feira (13), às 21 horas, no Miniteatro. E a turma de Galganni é grande: Vanessa Jackson, Graça Cunha, Jack Ribas, Andreya Vieira, Veronica Ned, Carlos Bauzys, Francine Moraes e Leandro Luna.
 
Enquanto o pianista e maestro Thiago Gimenes executará sons da Broadway, bossa nova e MPB, o sapateador promete improvisos de cair o queixo. 

- A ideia é criar um clima de descontração. Os convidados estarão na plateia. A cada música eu os apresento e convido para subir ao palco. 

A chance de ver Felipe Galganni é rara, já que no dia 30 de dezembro ele já estará longe daqui, já que tem apresentação agendada no Joyce Theater, em Nova York. 

Pelo jeito, esse moço vai longe...

Por Miguel Arcanjo Prado, editor de Famosos e TV do R7

Felipe Galganni Convida
Quando:
Segunda-feira (13), às 21h
Onde: Miniteatro (pça. Roosevelt, 108, São Paulo, SP)
Quanto: R$ 10
Informações: 0/xx/11 2865-5955 ou pelo
site



Escrito por ..:: LeAnDrO LuNa ::.. às 09h05
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‘Um dia de ontem’ mexe com os sentimentos do público

by curtase on setembro 18th, 2010

Por Lucas Melo

O diretor de 'Um dia de ontem' Thiago Luciano

Na noite da última sexta, 17, a 10ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) exibiu o longa ‘Um Dia de Ontem’. O filme relata a história de Pepev (Caco Ciocler), um violinista quase surdo, que vaga pelo mundo imerso em suas lembranças.O protagonista procura de modos para aliviar sua tristeza, sejam com filmes pornográficos antigos, prostitutas, ou outras pessoas com as quais ele se identifique.

Em sua procura Pepev freqüenta antiquários, um bar em que se apresenta e uma loja de instrumentos musicais, onde encontra os poucos que se preocupam com ele. O longa ‘Um Dia de Ontem’ é dirigido por Beto Schultz e Thiago Luciano, ambos também atores.

O filme com sua atmosfera densa apresenta um tipo diferente de cinema brasileiro e por essas qualidades, se destaca dos outros longas apresentados no festival, “O filme chama atenção, apesar de ser um filme brasileiro não fala sobre favelas, minorias e nem demonstra o humor típico das nossas produções, me agradou muito”, comenta o estudante César Gomes.

O modo que a história do filme se desenrola traz à tona muitas sensações no público “Eu achei um filme altamente reflexivo, me senti triste pelo personagem em vários momentos, e apesar de ser meio parado, conseguiu me prender a atenção com todos os acontecimentos na história”, diz a publicitária Déborah Pedroso.

O filme já foi exibido no Festival do Paraná e na 33ª Mostra Internacional de Cinema e agora concorre no Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe. “Estamos muito felizes de poder exibir nosso filme aqui, é uma produção independente e portanto é muito difícil divulgá-la, gostaríamos de agradecer à Rosângela Rocha por essa oportunidade”, declarou Thiago Luciano, diretor.



Escrito por ..:: LeAnDrO LuNa ::.. às 21h50
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